Auxílio emergencial: Sistema Fecomércio AC comenta impacto na economia

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15 A 16 jun 20
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Segundo a federação, foram injetados aproximadamente R$ 180 milhões na economia acreana com o auxílio emergencial no mês de abril. Compras de produtos de primeira necessidade são responsável pelo faturamento.
Crédito
Fecomércio-AC

A despeito do impacto negativo causado pela pandemia do Covid-19, a Federação do Comércio do Estado do Acre analisa o quadro pós auxílio emergencial do governo, que veio causar benefícios econômicos em compras realizadas em pequenos mercados.

O auxílio emergencial começou a ser pago em 9 de abril, e a expectativa do governo federal, até então, era de que aproximadamente 54 milhões sejam beneficiados. A quantia é paga a trabalhadores informais, microeemprendedores, desempregados e contribuintes individuais do INSS por três meses.

Segundo informações divulgadas pelo Sistema Fecomércio-Sesc-Senac AC,  foram injetados aproximadamente R$ 180 milhões na economia acreana com o auxílio emergencial no mês de abril. Apenas em Rio Branco, foram injetados, no mesmo período, o montante de R$ 69,9 milhões e, em maio, já se acumula R$ 7.525.200. 

De acordo com o assessor da Fecomércio AC, Egídio Garó, o montante que entrou na economia acreana em abril minimizou o impacto do isolamento social. “Além das questões de desemprego, principalmente aqueles que não tinham nenhuma renda, que estavam desempregados de fato”, explicou.

Além disso, o assessor enfatizou que este recurso não deve ser utilizado para a compra de supérfluos ou bem duráveis.  “As próprias pesquisas anteriores, inclusive da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), apontam que houve redução neste tipo de compra, de modo que a população está mais destinada a comprar em produtos de primeira necessidade”, disse.

Produtos de higiene, limpeza e alimentação se mantiveram, para o assessor, como o principal gasto em compras mensais dos auxiliados e da sociedade como um todo. “E essas compras, dos produtos de primeira necessidade, foram feitas principalmente em mercados menores, de bairro, que foram um pouco mais beneficiados que as grandes redes”, finalizou.