14 December, 2017

Futebol Social é debatido no Congresso

Comissão do Esporte debate programa Futebol Social

Crédito: Joanna Marini - CNC

Jovens esportistas posam com seu mais recente troféu ao lado do representante da CNC, Adelmir Santana

Patrocinado pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o programa Futebol Social foi discutido na Comissão de Esporte da Câmara dos Deputados, em audiência pública realizada no dia 13 de dezembro, a fim de debater a importância do programa, como a inclusão social como incentivador na vida de crianças e jovens por meio do futebol.

Ao presidir a audiência, o presidente da Comissão do Esporte da Câmara dos Deputados, Ezequiel Teixeira, parabenizou a iniciativa e declarou sua admiração pelo trabalho que utiliza o esporte como força transformadora. “O esporte tem essa força de transformar a vida das pessoas, de propiciar uma vida digna”, disse.

A equipe brasileira, composta por meninos e meninas, é campeã pela terceira vez. Este ano, o troféu veio da Noruega. “É muito importante fazer parte desse programa. Quero agradecer a oportunidade. Essa história vou levar por toda a minha vida”, declarou Mickael Batista, da cidade de São Sebastião, em Brasília, jovem do grupo presente na audiência.

CNC-Sesc-Senac

Representando a CNC, o vice-presidente da entidade e presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF), Adelmir Santana, compareceu à audiência realizada no Anexo II da Câmara dos Deputados, em Brasília.

Santana disse do orgulho da CNC em patrocinar esse programa desde 2014. “Estamos felizes com os êxitos alcançados pelo programa. O Sistema Comércio, como um todo, conta com dois braços sociais, o Serviço Social do Comércio (Sesc) e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac). Isso demonstra nossa preocupação com ações sociais que beneficiem as pessoas que mais necessitam e não têm oportunidades privilegiadas.

Presente na audiência, o senador Cristovam Buarque falou da determinação do presidente da CNC, Antonio Oliveira Santos, quanto às causas sociais. “O trabalho do Sistema CNC-Sesc-Senac é belíssimo. A entidade construiu e financia a Escola Sesc de Ensino Médio (Esem), localizada no Rio de Janeiro. Um colégio de 2º grau de alto nível.”

Os alunos, selecionados todos os anos, que ingressam na Esem recebem bolsas de estudo integrais, oferecidas pelo Departamento Nacional do Sesc para os três anos de curso.

“A escola oferece alojamento aos alunos e aos professores, alimentação, e detém um complexo esportivo. Os alunos já saem de lá com qualificação técnico-profissional, prontos para serem inseridos no mercado de trabalho”, finalizou o senador, ao falar do histórico de ações sociais da CNC.

O Futebol Social

O esporte transforma aspirações, eleva a autoestima, melhora a visão de mundo, além de ampliar o respeito do esportista por si mesmo e pelo próximo. A partir da troca, interação e integração, os atletas aprendem a conviver e se comunicar. Adquirem aprendizado com a vitória e a derrota, a alegria e a frustração, sentimentos presentes na vida de cada ser humano.

Segundo seus fundadores, o Futebol Social é uma iniciativa que conecta jovens de comunidades carentes de todas as regiões do Brasil, com o objetivo de integrar, motivar e fortalecer os jovens participantes.

O presidente do programa, Guilherme Araújo, declarou sua gratidão: “Quero agradecer a iniciativa da entidade patrocinadora. Com a ajuda da CNC, conseguimos transformar vidas”. Programa esse que traz o logo da Confederação estampado na camisa da seleção brasileira dos jovens participantes.

“É dentro das comunidades dos bairros pobres que atuamos. O objetivo não é torná-los jogadores profissionais, mas inserir em suas vidas a visão de um mundo melhor, da capacidade de transformação para uma vida melhor, alterar sua autoestima, ter perseverança, respeito, foco, disciplina”, disse Guilherme Araújo.

O treinador da seleção juvenil, Flávio Fernandes, afirmou a importância do esporte na vida dos jovens carentes. “As transformações físicas, mentais e emocionais que acontecem é o que mais nos importam. O resgate da autoestima dos jovens esquecidos em suas comunidades é o foco deste trabalho.”

Hoje a seleção é mista, contando apenas com duas meninas, mas, segundo Flávio, a instituição pretende criar uma seleção feminina.

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