Programa Pró-Ética é tema central do 7º Renar

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7º Encontro com Gestores da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar) é realizado na CNC, em Brasília, no dia 30 de outubro com foco na iniciativa Pró-Ética
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Programa Pró-Ética é tema central do 7º Renar
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Assessoria de Gestão das Representações da CNC realiza 7º Renar

No 7º Encontro com Gestores da Rede Nacional de Representações do Sistema Confederativo do Comércio (Renar), realizado pela Assessoria de Gestão das Representações da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (AGR/CNC), no dia 30 de outubro, em Brasília, a coordenadora de Integridade da Controladoria-Geral da União (CGU), Renata Alves de Figueiredo, falou sobre o Pró-Ética, uma iniciativa pioneira na América Latina, criada para fomentar no setor empresarial a adoção voluntária de medidas de integridade e prevenção da corrupção.

O encontro é promovido com os gestores de representação das federações, do Sesc e Senac Nacionais, com o objetivo de trazer temas que promovam a melhoria das ações que visem ao aumento da representatividade do Sistema Comércio conforme as necessidades do empresariado.

A chefe da AGR, Wany Pasquarelli, pontuou os desafios que envolvem as representações, destacando a necessidade de constante inovação no desenvolvimento de projetos que visam fortalecer a atuação e representatividade das entidades que compõem o Sistema.

“Em 2019, serão implementadas novas iniciativas que vão subsidiar e aprimorar a gestão das representações. Temos a preocupação de transmitir esse conhecimento às federações, de forma a fortalecer a representatividade das nossas entidades”, disse Wany.

Os pilares do Programa Pró-Ética

A coordenadora-geral da CGU, Renata Figueiredo, falou sobre os pilares do Programa Pró-Ética, relatando que a iniciativa surgiu para fomentar a adoção voluntária de medidas de integridade pelas empresas, por meio do reconhecimento público daquelas que, independentemente do porte e do ramo de atuação, mostram-se comprometidas em implementar um programa de integridade voltado para a prevenção, a detecção e a remediação de atos de corrupção e fraude.

“A gestão transparente traz benefícios, como a confiança do público interno da instituição e também do mercado”, disse sobre os programas de integridade adotados em instituições públicas e privadas.

O termo compliance, nos âmbitos institucional e corporativo, significa o conjunto de disciplinas para fazer cumprir as normas legais e regulamentares, as políticas e as diretrizes estabelecidas para o negócio e para as atividades da instituição ou empresa, assim como evitar, detectar e tratar qualquer desvio ou inconformidade que possa ocorrer.

“A autorregulação é difícil, mas é um caminho que deve ser criado”, afirmou Renata, explicando que não se trata apenas da criação de regras, mas que o principal é envolver as pessoas da instituição e ver se as regras aplicadas funcionam. “É preciso treinamento, comunicação, para que as pessoas compreendam o programa, e assim ele comece a funcionar”, ressaltou.

O Pró-Ética é um programa de fomento à adoção de medidas de integridade que resultou da conjugação de esforços entre os setores público e privado para promover no País um ambiente corporativo mais íntegro, ético e transparente. De acordo com Renata Figueiredo, o programa permite o reconhecimento de boas práticas e a conscientização das empresas para a redução dos riscos de corrupção e fraude.

“Ao se inscrever no programa, a empresa será avaliada e então receberá um documento com os critérios de análise e avaliação do Pró-Ética, composição, direitos e obrigações das empresas, entre outros”, explicou Renata.

A CNC faz parte do Comitê Gestor do programa, composto pela parceria de instituições públicas e privadas.

Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE)

Antonio Everton, economista da Divisão Econômica da CNC e representante da entidade no Fórum Permanente das Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (FPMPE), falou da atuação do órgão e seu objetivo. “O órgão atua sob a presidência e coordenação da Secretaria Especial da Micro e Pequena Empresa (Sempe) e tem como atribuição promover discussões, com o objetivo de encaminhar à Sempe propostas que visam garantir o tratamento favorecido e diferenciado a ser dispensado às microempresas e empresas de pequeno porte. As MPEs são estratégicas na formação do tecido social e fator de desenvolvimento econômico. Geram emprego, renda e impostos. Aliviam a desigualdade econômica e regional. São os alvéolos do pulmão chamado Brasil”, salientou Antonio Everton.

“Ajudar o empreendedor que deseja orientação sobre gestão financeira à obtenção do sistema de contribuição do Simples Nacional da Receita Federal através da formulação de políticas públicas e de ações efetivas é uma das nobres funções do FPMPE”, disse o economista da CNC.

Sobre a implantação e o desenvolvimento de fóruns regionais das microempresas e empresas de pequeno porte nas unidades da Federação e a sua integração com o Fórum Permanente, Antonio Everton destacou a importância do trabalho desses fóruns, uma vez que “o FPMPE trata de temas em nível nacional que precisam ser refletidos nos estados”.

Destaque também foi dado à Semana Nacional de Crédito (SNC), evento realizado através da parceria entre o MDIC, o FPMPE e o Sebrae, para orientação e capacitação gratuita de empresários, além de apresentar as condições mais facilitadas de acesso ao crédito. A SNC também visa assegurar que o crédito concedido às MPEs seja sustentável e competitivo, por meio da integração de soluções de capacitação do Sebrae, combinado com um crédito diferenciado e facilitado das instituições financeiras, com base na evidência de que a capacitação diminui a inadimplência, reduz o risco e o custo para acessar condições mais favoráveis.

Novas ferramentas de gestão das representações

Cristiano Costa, especialista técnico da AGR, falou sobre o novo diagnóstico e orientador do modelo de excelência em gestão de representações.

“A partir de 2019, teremos o orientador para auxiliar as federações a realizarem, com excelência, seus trabalhos frente às representações, em sintonia com o modelo de gestão da CNC”, explicou.

Costa mostrou também alguns resultados do monitoramento que a AGR realiza no Poder Executivo, cruzando dados das agendas dos ministérios. O especialista exibiu um estudo de caso com informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). “As informações do monitoramento servem como balizadores para as ações dos representantes”, acrescentou.

Temas de interesse do comércio

Walter Santos, chefe da Seção de Documentação e Informação (SDI), demonstrou o uso da ferramenta Temas de Interesse do Comércio, disponibilizada no portal da CNC. O objetivo é proporcionar aos representantes orientações sobre o posicionamento do Sistema Comércio em relação a temas e subtemas dos empresários do setor terciário e da sociedade. Os textos são produzidos com base em estudos, artigos e pareceres elaborados pelas áreas técnicas do Sistema.

“Ao longo do tempo, mais conteúdos e informações serão acrescentados à ferramenta”, disse Walter.

Os textos podem ser acessados no endereço:

http://cnc.org.br/cnc/posicionamentos

 

 

 

 

 

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